Ahh... Amizade é um negócio estranho, não? Uma ligação tão forte que formamos com outras pessoas, que por algum motivo forçado, nós acabamos por conhecer.
Seja através da escola, do seu vizinho do prédio, da rua da sua casa, dos amigos dos pais – que te apresentam seus filhos, claro- ou até através daquele primo estranho que te apresenta o melhor amigo dele – que impressionantemente é muito mais legal do que seu parente. Qualquer que seja o lugar ou a pessoa, somos forçados a conhecer gente o tempo todo. São eventos do cotidiano quase impossíveis de serem evitados.
Ainda bem! Honestamente, o que seria dela sem seus amigos? Dias repetitivos e sem graça, noites sozinhas e vazias. E ela tinha bons amigos, aqueles que estão sempre dispostos a rir e a chorar, aqueles que participam de todos os momentos importantes, aqueles ali, os das fotos, das piadas, das fofocas.
Ela dava graças a Deus por ter amigos tão maravilhosos. Isso porque ela nem era tão religiosa (católica) assim – algo relacionado às proibições e obrigações da Igreja lhe incomodava profundamente, mas isso não vem ao caso. Enfim, ela tinha amigos e somente esse fato já era capaz de lhe alegrar o dia mais chuvoso.
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